Recomendamos
Aqui ficam algumas sugestões de leitura...
Criaturas da Noite - Lázaro Covadlo
Certa noite de Inverno, Dionísio Kauffmann, eterno fracassado, |
EXISTE UM HOMEM QUE TEM O COSTUME
Existe um homem que tem o costume de me dar com um
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Embora seja noite - Luísa Soares Barbosa
teu corpo é um arco sobre o tempo / onde o fulgor do silêncio de demora por isso / se o ofício é vão e imperfeita a idade / a palavra que me habita é onde eu moro e essa habitação depura em mim / a explicação de toda a liberdade |
Amantes da Nebelina - Maria do Sameiro Barroso
Todas as espirais ascendem e serenam neste livro, reconhecendo à poesia um papel fundamental no conhecimento de si e do mundo, perante os desafios da vida e a inevitabilidade da morte. Esta poesia madura e prenhe de epifanias é genesíaca e onírica, sendo qualquer ponto de fuga recondizido ao mais palpável real. Tal como uma música envolvente. Os Amantes da Nebelina, captam a leitura e nela se adensam e vibram, apontando o rasto de uma "primeira vez". Como toda a Obra de Arte. Maria Teresa Dias Furtado |
Doutor Pasavento - Enrique Vila-Matas O herói moral do escritor e doutor Pasavento é Robert Walser, do qual admira a sua preocupação por passar desapercebido, a vida de bela infelicidade que levou e a extrema repugnância que lhe provocavam o poder e a grandeza literária. Perseguir o destino desse escritor significa para Pasavento retirar-se do mundo, como prova a sua caligrafia que se vai tornando cada vez mais microscópica e o leva a substituir o traço da caneta pelo do lápis, porque sente que este se encontra mais próximo do desaparecimento, do eclipse. «Não escrevo para ser fotografado», diz ele em certa ocasião. Quer afastar-se, e um dia desaparece. Acredita que vão investigar, que lhe há-de suceder o mesmo que aconteceu a Agatha Christie quando a procuraram por toda a Inglaterra ao longo de onze dias e acabaram por a encontrar. Mas ao doutor Pasavento ninguém o procura, e pouco a pouco vai-se-lhe impondo esta verdade simples: ninguém pensa nele. |
Retalhos Do Alto Minho - Francisco Sampaio No primeira capítulo o A. faz uma abordagem histórica e poética aos treze Concelhos que enformam o Alto Minho turístico. De acordo com o Prefácio do Professor Doutor Amadeu Torres, Viana do Castelo aparece-nos com o conhecido refrão de Pedro Homem de Mello "Havemos de Ir a Viana"; Ponte de Lima (Casas Solarengas, Varandas Alpendradas); Arcos de Valdevez (com o Juíz do Soajo); Ponte da Barca (Baptizados da Meia-Noite); Caminha (Vestida de renda – espuma); Vila Nova de Cerveira (forja de Bienais); Valença (Balcão do Comércio da Região Norte); Paredes de Coura (Terras de boa medida / terras de boa comida); Monção (a Galiza mail’o Minho); Melgaço (a Ceia Medieval em honra de Inês Negra); Esposende (Banho Santo – Banho que vale por sete); Barcelos (a Lenda do Galo / que cantou mesmo); Terras de Bouro (com o Milagre de Santa Eufémia). |





